Educadora comunitária, Helena Cunha Cerqueira, conduziu grupos de alunos e professores, da escola Fazenda Cajazeiras de Camaçari, para aproximação com atividades socioeducativas, desenvolvidas pelos moradores

Redação Mais – No compromisso com a educação ambiental transversal, cidadã, onde dança, música, literatura, cinema, pintura, hortas, interagem em harmonia com a Natureza, a arte-educadora Helena Cunha Cerqueira, promove ações de integração institucional comunitária, com coletivos de ensino do município e recebe grupos de alunos, professores, educadores, em visita ao “Santuário” Aldeia Hippie Arembepe, no litoral norte da Bahia.
No dia 10 de agosto, a educadora comunitária conduziu grupos de alunos e professores, da escola Fazenda Cajazeiras de Camaçari, por diversos ambientes da Aldeia Hippie de Arembepe, com aproximação das atividades socioeducativas, desenvolvidas pelos moradores.

Na Usina de Arte, Casa Luis Cerqueira- Espaço 44, o grupo viu de perto, com narrativas históricas, a exposição permanente do artista plástico, poeta e músico, “Lula”, cujo trabalho, historicamente focado em educação ambiental, com aproveitamento de resíduos do mar e e outros ambientes, encantam visitantes de todo o mundo à Casa de Pedra, construída pelo artista, em décadas de trabalhos manuais.
Aldeia: santuário Ecológico
A atenção e alegria das crianças com os passeios guiados, no biodiverso e paradisíaco ecossistema da Aldeia, reforça, segundo a arte-educadora Helena Cerqueira, gestora do legado de Luis Cerqueira, a proposta de “continuar aproximando a Aldeia com as escolas do município de Camaçari. É importante que as novíssimas gerações tenham noção da importância do nosso santuário”, destaca.

Cultura transversal – A biodiversidade da Aldeia de Arembepe vem sendo bem preservada, com ações de educação ambiental transversal, difundidas entre moradores e visitantes. Oficinas, rodas de diálogos, shows com música, dança, brincadeiras orgânicas, alimentação saudável, interação com árvores e seus valores, cuidado com animais, contato com água do rio e do mar, caminhadas e brincadeiras nas praias, dunas, potencializam o Ser profundo das pessoas.
A ideia difundida pelos agentes da comunidade é viabilizar ações como as que foram realizadas entre os meses de junho e julho deste ano, com vivências para as crianças.
Um convite está aberto para contato sobre ideias e a quem queira doar um pouco do seu tempo, da sua arte, da sua energia, nesse projeto de aproximação da aldeia com instituições de educação.
O coletivo comunitário da Aldeia Arembepe, agradece.
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