Flávio Bolsonaro, Damares Alves e Magno Malta estão entre os “conservadores” de conveniência

Por Wagner Ferreira – Ano eleitoral e medo de perder votos entre as mulheres são alguns dos motivos para que o projeto de lei que criminaliza a misoginia tenha tido o apoio de todos os senadores, inclusive daqueles que se dizem conservadores e defensores da família tradicional.
Entre os mais destacados, está o pré-candidato a presidência, Flávio Bolsonaro (PL- RJ), Damares Alves (Republicanos-DF), Magno Malta (PL- ES), Eduardo Girão (Novo-CE) e Rogério Marinho (PL-RN).
A cobrança de parte dos eleitores desses parlamentares já é tão forte, que Damares Alves bloqueou os comentários em suas redes sociais logo após a aprovação do PL.
Ela, juntamente com Magno Malta, são os senadores que mais têm votado com os novos colegas da esquerda. Em janeiro, a dobradinha fez campanha na Câmara para que a lei de alienação parental fosse revogada na CCJ, e foi.
A lei é a única que ampara pais que são afastados por mães alienadoras, mas está prestes a ser revogada com o apoio de parlamentares que preferem seguir a mesma linha populista da esquerda e do centrão.
PL da Misoginia – O projeto aprovado altera a Lei do Racismo (Lei 7.716, de 1989) para incluir a misoginia entre os crimes de discriminação e preconceito. O texto define misoginia como atitudes que expressem ódio ou aversão às mulheres e inclui a “condição de mulher” entre os critérios de interpretação da lei, ao lado de cor, etnia, religião e procedência.
Pela proposta, aprovada por 67 votos a favor e nenhum contrário, essas condutas passam a ser inafiançáveis e imprescritíveis, com pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa. A matéria segue agora para análise da Câmara dos Deputados.
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