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Geração Z: quase um terço dos jovens acredita que mulher deve obedecer ao marido, diz pesquisa global

Índice é mais que o dobro do registrado entre os homens da geração Baby Boomer; 44% acreditam que a promoção da igualdade feminina chegou a um ponto de discriminar os homens

Redação Mais – Um levantamento global com 23 mil pessoas revelou que 31% dos homens nascidos entre 1997 e 2012, da chamada Geração Z, acreditam que a esposa deve sempre obedecer ao marido. A pesquisa, realizada pela Ipsos em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina do King´s College London, indicou que o índice é mais que o dobro do registrado entre os homens da geração Baby Boomer (entre 1946 e 1964).

De acordo com o estudo, 56% dos brasileiros entrevistados acreditam que as mulheres não alcançarão igualdade com os homens a menos que haja mais mulheres em posições de liderança nos negócios e no governo. O percentual é maior entre as mulheres (60%), enquanto 52% dos homens no país concordam com a afirmação.

Por outro lado, a pesquisa mostrou que 64% dos brasileiros acreditam que as coisas funcionariam melhor se mais mulheres tivessem cargos de responsabilidade. Para 32%, os homens são os que mais se beneficiam quando as mulheres se mantêm nos papéis femininos tradicionais.

Durante o levantamento, a questão “homens que cuidam dos filhos são menos masculinos” foi levantada. No Brasil, 16% dos homens concordam que homens que participam do cuidado com os filhos são menos masculinos. A mesma porcentagem não concorda nem discorda.

Geração chamada de Baby Boomer foi superada pela Geração Z em relação à obediência da mulher ao marido

Na média global:

21% dos homens da Geração Z concordam;
19% dos Millennials concordam;
8% dos Baby Boomers concordam.

Igualdade de gênero – O levantamento mostrou que 52% dos entrevistados indicaram que os avanços na igualdade de gênero já foram suficientes. Ainda, 46% dos participantes acham que “está sendo exigido demais dos homens para apoiar a igualdade”, enquanto 44% acreditam que a promoção da igualdade feminina chegou a um ponto de discriminar os homens.

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