Prisões foram realizadas nos bairros de Fazenda Coutos III e Vista Alegre, em Salvador

Redação Mais – A advogada criminalista Elisamanda Bomfim Ribeiro, de 40 anos, foi presa nesta terça-feira (28), em Salvador, suspeita de matar o ex-companheiro e o irmão dele, em janeiro e abril deste ano, respectivamente. Além da mulher, o responsável pelas execuções também foi preso e confessou os crimes. As prisões aconteceram nos bairros de Fazenda Coutos III e Vista Alegre, na capital baiana. Ambos são, respectivamente, autor e mandante das mortes de Alex Duarte Santos, de 47 anos, e Anderson Duarte Santos, de 44, nos bairros de Macaúbas e Lobato, em Salvador.
As investigações conduzidas pela 3ª Delegacia de Homicídios (DH/BTS) indicam que a investigada, é a autora intelectual dos crimes. A motivação dos homicídios está relacionada a um intenso conflito familiar decorrente de uma disputa judicial pela guarda da filha do casal. Na ocasião, Alex e Anderson Duarte sofreram disparos de arma de fogo efetuados pelo suspeito, que estava a bordo de uma motocicleta.
Na manhã de hoje, a Operação Mater foi deflagrada com o objetivo de retirar do convívio social os investigados pelos homicídios. A ação foi realizada por policiais civis da 3ª DH, da Agência de Inteligência, da Coordenação de Operações do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core).

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na residência do investigado, onde foram localizados um capacete, vestimentas e uma mochila, objetos que foram utilizados na execução dos crimes. Já na residência da mulher, foram apreendidos celulares e outros dispositivos eletrônicos.
Durante o interrogatório, o homem também confessou a prática criminosa, relatando que recebeu valores em espécie da investigada para a execução dos crimes. Ambos foram apresentados na sede do DHPP, onde dois mandados de prisão preventiva foram cumpridos, e seguem custodiados à disposição do Poder Judiciário.
A Ordem dos Advogados do Brasil Seção Bahia (OAB-BA) informou que a suspeita possui registro ativo na instituição e responde a um processo ético-disciplinar, que tramita em sigilo. A defesa dos investigados não foi localizada.
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