Ainda que se trate de uma prisão civil e não criminal, reclusão garante ao devedor uma experiência traumática nunca antes vivida dentro de um ambiente prisional

Por Wagner Ferreira – O que esperar de um país que premia juízes criminosos com aposentadoria compulsória e transforma cidadãos honestos, que nunca pisaram em uma delegacia em criminosos em questão de minutos?
O vídeo abaixo é mais um dos casos de abusos do chamado Estado Juiz, que, em muitos casos, colocam a burocracia acima dos fatos;
Ainda que se trate de uma prisão civil e não criminal, prender devedores de pensão é mais uma das aberrações jurídicas do nosso tempo. A reclusão garante ao devedor uma experiência traumática nunca antes vivida e quase irreversível dentro de um ambiente prisional. Enquanto isso, criminosos que cometeram delitos graves são soltos em audiências de custódia todos os dias em nosso país.
Nem todo pai deve porque quer, porque é mal pai. Há casos de pais que nem sabem que o são e, em um belo dia, são surpreendidos pela polícia na porta com um mandado de prisão.
Há casos – muitos casos por sinal, que a grande mídia ignora por militância – que as mães alienam a criança, impede o convívio com o pai sem abrir mão da “mesada”.
E claro, há aqueles mal caráter, que se esquiva da responsabilidade, mas, ainda assim, cercear a liberdade de um cidadão livre, sem antecedentes criminais, quando temos tantos casos de cometedores de crimes praticados contra a vida, por exemplo, que saem pela porta da frente da prisão é, no mínimo, um absurdo.

Perspectiva de Gênero – Nos últimos 20 anos, a justiça brasileira nunca foi tão misândrica. Recentemente, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou uma norma onde recomenda que juízes julguem baseado no que chamam de “perspectiva de gênero”, ou seja, o CNJ aconselha a quem deveria ser imparcial, ou ao menos, perseguir a imparcialidade, a escolher o lado da mulher sob o argumento de “injustiças históricas contra o sexo feminino”.
Homens, agressores ou não, são colocados no mesmo balaio.
O ativismo judicial segue rasgando a Constituição. Afastam pais que querem criar seus filhos – ao mesmo tempo que fazem campanhas para que assumam a paternidade – além de proteger os seus pares para manter privilégios dignos de uma casta que ignora todas as mazelas sociais no Brasil.
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