Primeiro bairro a receber o evento, tem programação que reflete a potência criativa, a economia afroempreendedora e as expressões culturais locais

Redação Mais – A Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), realiza, entre os dias 10 e 22 de novembro, a 4ª edição do Festival Salvador Capital Afro, uma plataforma consolidada de valorização da cultura afro-brasileira, economia criativa e empreendedorismo negro. Este ano, além do evento principal, na Praça Maria Felipa, no Comércio, haverá uma programação descentralizada, com atividades formativas, criativas e artísticas em diversos bairros periféricos da capital baiana.
O primeiro bairro a receber o evento será o Candeal, nesta segunda-feira (10), com uma programação que reflete a potência criativa, a economia afroempreendedora e as expressões culturais locais. As atividades acontecerão em diferentes espaços do bairro, como a Pracatum, a Barbearia, a Boca e a Praça das Artes, reafirmando a comunidade como um dos polos mais vibrantes da cultura afro-soteropolitana.
Com o tema “Territórios em Rede, Raízes em Movimento”, o Salvador Capital Afro amplia seu alcance este ano e se consolida como o mais importante movimento de afroturismo do país. A programação do festival inclui painéis, oficinas, rodas de conversa, feiras afrocriativas, laboratórios e apresentações artísticas, além de um circuito de atividades em comunidades como Candeal, Ilha de Maré, Liberdade, Nordeste de Amaralina, Itapuã, Ribeira e Cajazeiras.
Para a vice-prefeita e secretária de Cultura e Turismo, Ana Paula Matos, o festival reafirma o compromisso da gestão municipal com a promoção da cultura negra e o fortalecimento de Salvador como referência mundial da afrodescendência. “O Salvador Capital Afro é mais do que um festival. É um movimento que celebra nossa ancestralidade e impulsiona novas possibilidades de futuro. Ao conectar territórios, fortalecer o afroempreendedorismo e promover políticas de valorização da identidade negra, reafirmamos o papel de Salvador como a principal capital afro das Américas”, destaca Ana Paula.
Já o diretor de Cidadania Cultural da Secult, Chicco Assis, enfatiza que o projeto alcançou maturidade e se tornou uma ação estruturante da política cultural da cidade. “O festival se consolidou como um evento permanente de articulação entre cultura, economia criativa e cidadania. Cada edição reforça o protagonismo dos territórios negros e amplia a rede de conexões que faz de Salvador uma capital criativa, ancestral e contemporânea ao mesmo tempo”, afirma.
Confira a programação desta segunda (10) no Candeal:
12h – Feijoada de Kabaça
14h a 16h – Roda de Conversa na Barbearia – com Case Texturie Academie
14h – Feira de Artesanato (empreendedores locais e convidados) – Praça do Zé Botinha
14h30 – Apresentação do Grupo Percussivo Pracatum (Apresentação
percussiva com músicos locais e alunos da Escola Pracatum) – Bica
15h – Pagode na Rua (Roda aberta de pagode e samba, reunindo artistas da
comunidade e convidados) – em frente à Pracatum
16h – Dj Belle – Praça das Artes
17h – Ato institucional – Praça das Artes
Palanque oficial para falas institucionais e apresentação do programa
“Salvador Capital Afro”, com a presença de autoridades municipais, convidados,
lideranças culturais e comunitárias
18h – Encerramento com Grupo FéMenina (simboliza a presença feminina da
nova geração da música percussiva de Salvador) – Praça das Artes
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