Exame genético pré-implantacional diminui o risco de síndromes genéticas para o bebê e traz mais segurança para tratamentos de reprodução assistida

Redação Mais – Ter um bebê saudável é o desejo de toda pessoa que decide ter filhos. Um dos desafios da medicina reprodutiva é tratar mulheres que querem ser mães em idade cada dia mais avançada, uma vez que a fertilidade feminina declina a partir dos 35 anos e, ao mesmo tempo, o risco de alterações genéticas no bebê aumenta. A possibilidade de avaliar a saúde cromossômica do embrião é um dos avanços da medicina reprodutiva, que traz mais segurança para os tratamentos para engravidar e ajuda a prevenir doenças hereditárias.
Através do Diagnóstico Genético Pré-implantacional é possível avaliar a saúde cromossômica dos embriões para que só os saudáveis sejam selecionados para implantação no útero da futura mãe, prevenindo doenças genéticas, como a Síndrome de Down e outras cromossopatias, e hereditárias, como a hemofilia e a fibrose cística, dentre outras. A saúde embrionária é uma das principais causas de falhas na implantação e dos abortos recorrentes.
“O exame para diagnóstico genético embrionário traz um avanço exponencial para os tratamentos de infertilidade, uma vez que ele aumenta as chances do ciclo de Fertilização in Vitro (FIV) ser bem sucedido e reduz a possibilidade de o bebê apresentar síndromes genéticas”, explica a ginecologista Bárbara Melo, especialista em reprodução humana. “É uma forma de prevenir doenças genéticas antes que a gestação tenha ocorrido”, reforça a médica.
Quando o exame é indicado – Indicado para casais com risco de terem filhos com anomalias cromossômicas (quando o pai ou a mãe tem histórico familiar de doenças genéticas), mulheres com histórico de abortamento ou que tiveram falhas repetidas na implantação embrionária e também mulheres com mais de 40 anos de idade que desejam ser mães com seus próprios óvulos, o exame, além de trazer mais segurança ao tratamento, reduz a possibilidade de perdas gestacionais e todo o desgaste emocional proveniente desses abortamentos recorrentes.
A técnica também ajuda a reduzir os custos financeiros gerados pela repetição de ciclos de Fertilização in Vitro para engravidar.
Sexo do bebê
No Brasil a pratica da sexagem – seleção do sexo do bebê – é proibida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Quando os embriões são submetidos ao exame de Diagnóstico Genético Pré-Implantacional, o laudo da avaliação genética pode informar o sexo do embrião apenas a título de informação. A escolha do sexo do bebê não é permitida.
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